Psicoterapia · Online · Brasil e exterior

Você não come por fome.
Você come porque não sabe
o que fazer com o que sente.

Essa é a raiz do seu problema. Não a dieta que você abandonou, não a caneta que vai parar em algum momento, não a cirurgia que perdeu o efeito. Psicoterapia especializada para tratar o que nada disso consegue.

+300pacientes tratadas
da compulsão
+500mulheres que mudaram
em grupos de comer emocional
TCCPadrão ouro para
compulsão alimentar

Por que você continua recomeçando — e o que precisa mudar

O que não vai mudar o que está por baixo
Começar mais uma dieta
Usar caneta sem trabalhar o emocional
Contar caloria e tentar se controlar
Esperar que a próxima tentativa funcione
Tratar só o corpo, ignorando o que dispara tudo
O que a terapia faz diferente
Entende por que você come quando não está com fome
Aprende a lidar com o que sente sem recorrer à comida
Quebra o ciclo que faz tudo voltar ao início
Constrói uma relação com a comida que não depende de nenhuma intervenção externa
Cria mudanças que se mantêm porque a causa foi tratada
A dieta controla o que você come. A caneta controla o apetite. A Terapia Cognitivo-Comportamental é o tratamento padrão ouro para a compulsão alimentar — a abordagem com maior evidência científica para mudar o padrão subjacente, e a única que sustenta os resultados quando todas as outras intervenções são retiradas.

Você está no lugar certo se...

O ciclo sempre volta

Você já emagreceu. Mais de uma vez. E o peso voltou junto com a mesma relação de antes com a comida. Não é falta de esforço. É que o que faz o ciclo se repetir nunca foi tocado.

Usa caneta emagrecedora

A caneta reduz a fome, mas não muda o que faz você comer sem fome. Quando parar, tudo que não foi tratado continua lá. A terapia é o que garante que o resultado não vai embora junto com ela.

Pós-bariátrica

Enfrenta reganho ou medo do que acontece quando o efeito da cirurgia perde força.

Come por emoção

Ansiedade, estresse, cansaço. Sabe o que está fazendo. Não consegue parar no momento em que acontece.

Sabe o que precisa fazer. Não consegue manter.

Você conhece as regras, já leu sobre isso, já tentou seguir. O problema não é informação. É que saber o que fazer e conseguir fazer são coisas diferentes quando o emocional está no caminho.

Já tentou tudo que trabalha o corpo

Dieta, nutricionista, personal, app, cirurgia, caneta. Cada um resolveu uma parte. Nenhum resolveu o que faz você voltar ao mesmo lugar. Esse é o trabalho da psicologia.

Comer por emoção não é fraqueza. É uma estratégia aprendida de regulação — e estratégias aprendidas se mudam. Com método, não com mais esforço.

O acompanhamento psicológico

01

Entendemos o que está acontecendo

Na avaliação inicial, mapeamos juntas o que está por trás do seu comportamento com a comida: o que dispara, o que você sente antes de comer, o que já foi tentado. Sem esse mapa, qualquer intervenção é chute. É aqui que o trabalho ganha direção real.

02

Sessões semanais, todo mês

O acompanhamento é semanal por um motivo clínico: mudar um comportamento que se repete há anos exige constância, não intensidade. Cada sessão de 50 minutos tem foco definido, com base em TCC — a abordagem com maior evidência para compulsão alimentar. O trabalho acontece em pacotes mensais porque resultado real não vem de encontros avulsos.

03

O que começa a mudar

A relação com a comida fica menos intensa e mais consciente. Você passa a reconhecer o que dispara o comportamento antes de agir. A ansiedade em torno da comida diminui. Os hábitos que você tenta construir começam a durar porque o que os sabotava está sendo tratado.

Psicóloga Virgínia Ferreira

Virgínia Gabriela Ferreira

Sou psicóloga clínica especializada em compulsão alimentar, comer emocional e manutenção de peso. Falo disso de um lugar que vai além do técnico: há 5 anos perdi 55kg e mantenho desde então. Sei o que é estar do outro lado — a exaustão dos recomeços, a sensação de perder o controle, o peso emocional que nenhuma dieta toca.

Ao longo da minha trajetória, já tratei mais de 300 pacientes da compulsão alimentar e conduzi grupos com mais de 500 mulheres em processos de comer emocional e emagrecimento. Cada caso parte de base clínica sólida e de uma compreensão que vai além da teoria — conheço, de dentro, o que essa luta exige.

Outras demandas que também atendo

A compulsão alimentar é a minha especialidade central, mas o trabalho clínico vai além disso. Estas são as outras demandas que atendo no consultório:

Saúde mental
Ansiedade Depressão Bipolaridade TOC Fobias Estresse Sobrecarga emocional
Autoconhecimento e comportamento
Autoestima Insegurança Autocrítica excessiva Dificuldade em impor limites TDAH Procrastinação
Rotina e produtividade
Organização da rotina Criação de hábitos Equilíbrio vida pessoal e profissional
Relacionamentos
Conflitos familiares Dificuldades amorosas Comunicação assertiva Relacionamentos interpessoais
A compulsão alimentar raramente existe isolada. Na maioria dos casos, ela está conectada à ansiedade, à autoestima ou a padrões relacionais. O trabalho trata o conjunto — não só o sintoma que aparece primeiro.

Qualificação técnica

Terapia Cognitivo-Comportamental

Especialista

Especialista em Avaliação Psicológica

Especialização

Formação em Análise do Comportamento

Formação

Formação em Psicopatologia

Formação

Formação em Obesidade e Emagrecimento

Formação

Psicologia Baseada em Evidências

Especialista
Psicóloga registrada · CRP 17/7442 · Conselho Regional de Psicologia

O que dizem as pacientes

Depoimentos anonimizados com autorização das pacientes.

Perguntas frequentes

Não. Atendo demandas de ansiedade, depressão, transtornos de personalidade e outras questões emocionais. A compulsão raramente existe isolada — ela quase sempre está conectada a outros padrões, e o trabalho trata o conjunto, não só o sintoma alimentar.

100% online, via videoconferência. Atendo para todo o Brasil e para brasileiras no exterior. Você precisa de um lugar tranquilo e conexão estável.

Não. A maioria das pacientes chega sem diagnóstico — chegam com o padrão: comer por emoção, não conseguir manter o peso, ciclo de recomeço. Se você se identifica com isso, é suficiente para começarmos.

Acompanhamento mensal com sessões semanais de 50 minutos. Trabalho por pacotes porque mudança de padrão comportamental exige continuidade. O formato é definido no contato inicial de acordo com a sua situação.

Não — e o ideal é começar enquanto ainda está usando. A caneta resolve o apetite fisiológico, não o padrão emocional. Trabalhar a psicologia durante o uso é o que garante que os resultados se mantenham quando ela for retirada.

Você já sabe que o problema não é a comida.

A questão é o que você faz com essa informação. Cada recomeço que não vira manutenção tem um custo: emocional, físico, de tempo. Entrar em contato é o primeiro passo para tratar o que está por baixo.

Falar com a Virgínia

Conteúdo semanal sobre compulsão, comer emocional e o que realmente funciona na prática. Sem filtro, sem receita mágica.

@psivirginiaf